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Contemplar e admirar o céu, é falar com Deus.
O Gênio dos céus compreende a mensagem da alma, por isso ainda que nossos lábios mantenham se no silêncio, o nosso ser fala a verdade, ainda que tentamos esconde-las. Mas tentaremos também compreender a voz silenciosa que se expressa com belezas. A imponência da imensidão acontecendo inteligentemente nos fala de um grande ser. A beleza de uma noite estrelada nos diz em tom celestial e doce que somos pequenos, mas privilegiados por fazermos parte desse todo. A chuva que cai serena nos fala da vida. As tempestades nos falam em voz severas que somos frágeis. Como podem perceber a cada acontecimento uma mensagem. Devemos ficar atentos a essas mensagens, pois sempre nos dizem grandes verdades e ignora-las é ser ingrato para com a nossa sublime existência.
E as grandes tragédias. Como os terremotos, tornados etc. Porque elas nos fala em tom tão severo, e muitas vezes custam milhares de vidas inocentes?
Para que possamos dar atenção para um conselho de um pai muitas vezes ele precisa falar com certa firmeza e em tom severo. Assim também é a natureza. Para que possamos percebe-la e conscientizar da sua supremacia perante a nossa realidade, muitas vezes ela o faz de forma drástica. Não esquecendo que somos peças que junto com outros itens construímos todo o conjunto. Estes que perdem suas vidas de forma aparentemente injusta, na verdade contribuiu para que a lei natural seja estabelecida. Somos itens que compõe o todo. E esse todo se apresenta de forma inteligente e em constantes modificações para que tudo venha acontecer de forma ainda mais harmoniosa. O tempo não é obstáculos para que tal objetivo aconteça. Assim a natureza não tem pressa, pois diante a uma eternidade, qualquer que seja o espaço de tempo, ainda não representa nada.
Venho através de singelas palavras tão somente expor minhas pretensões para que um bem seja acontecido. Como podemos aprender a caminhar se não dermos os primeiros passos? Como obter precisão nos passos sem os tropeços? Assim é a lei que rege todo o infinito. Veja que até mesmo as pedras tendem a tornarem redondas as custas de muitos atritos. Mas se estas não forem movidas, jamais sofrerão tais transformações. Assim somos nós. Como alcançar o conhecimento sem questionamentos? Como questionar sem que as palavras sejam lançadas? E assim a natureza, como se ajustar sem sacrificar? Se fazemos parte da natureza, é certo que faremos parte também dos acontecimentos destinados ao seu aprimoramento.
De vez em quando eu virei aqui para proseguir estas escritas.
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